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    - Atualizado em 12/08/2017 10h35

    Buscas por barco desaparecido são retomadas em Rio Grande

    Chuva, fortes rajadas de vento e pouca visibilidade atrasaram início dos trabalhos, que contarão com apoio áreo neste sábado (12)

    Benevente, da Marinha, é o navio-patrulha usado nas buscas 

    Foto: Lauro Alves /Agência RBS

    Correção: a embarcação Dom Manoel XVI saiu do Farol da Solidão, em Mostardas, no RS. A informação inicial, da Marinha, de que teria saído da costa de SC, ficou no ar até as 10h30min de sábado (12). O texto foi corrigido.Correção: a embarcação Dom Manoel XVI saiu do Farol da Solidão, em Mostardas, no RS. A informação inicial, da Marinha, de que teria saído da costa de SC, ficou no ar até as 10h30min de sábado (12). O texto foi corrigido.

    As buscas pela embarcação Dom Manoel XVI, desaparecida desde a madrugada de sexta-feira (11), na costa de Rio Grande, no sul do Estado, foram retomadas na manhã deste sábado apesar do mau tempo. 

    A previsão inicial do Comando do 5º Distrito Naval da Marinha do Brasil, responsável pela operação, era de que os trabalhos fossem retomados ao nascer do sol, por volta das 7h, mas as condições meteorológicas na região atrasaram o cronograma da equipe. Desde a madrugada, chove no município, que sofre com fortes rajadas de vento e pouca visibilidade.

    De acordo com o chefe de operações do comando do 5º Distrito da Marinha, capitão de mar e guerra da Marinha, Glauco Calhau, um navio-patrulha nas imediações e uma viatura terrestre estão trabalhando do Cassino ao Farol de Sarita, com o apoio da Brigada Militar. Mais duas aeronaves estão prontas para decolar à espera de melhora no tempo. 

    — Seguimos buscas até encontrar algum indício do ocorrido. Nada foi encontrado ainda. Por ora, sem previsão de encerrar as buscas — afirmou Calhau.

    O Dom Manoel XV saiu junto com o Dom Manoel XVI do Farol da Solidão, em Mostardas, que voltou à costa sozinho. O mestre dessa embarcação, que tem quatro décadas de experiência, relatou que nunca tinha visto o mar da forma com que encontrou. Ele contou, ainda, que o barco sumiu em "questão de segundos" por volta de 3h de sexta-feira (11), quando estava a 15 quilômetros de Rio Grande. O Dom Manoel XV fez buscas, mas não localizou até o amanhecer e decidiu voltar, quando avisou a Marinha.

    Ainda conforme Calhau, todos os tripulantes seriam gaúchos que moram na Metade Sul. Trata-se de um navio pesqueiro, que vai costeando para encontrar a melhor condição para efetuar o trabalho. 

    O Comando do 5º Distrito Naval foi informado sobre a ocorrência por volta das 7h e iniciou os serviços de busca, que foram encerrados ao final do dia e retomados neste sábado.

    O Porto de Rio Grande está fechado desde o meio-dia de quinta-feira em razão do mau tempo. Na sexta, ondas de quatro metros e meio de altura foram registradas na área.

    O mar deverá seguir agitado no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina durante o fim de semana. O Serviço Meteorológico Marinho da Marinha do Brasil estendeu o aviso de ressaca para a área que abrange os litorais dos dois Estados até a manhã da segunda-feira (14). 

    Nesse período, ondas de até quatro metros de altura poderão ser registradas nas costas gaúcha e catarinense — a média ficará entre três metros e três metros e meio. A medição para atingir o nível de ressaca é de dois metros e meio, conforme a Marinha e a Somar Meteorologia.

    As buscas pela embarcação Dom Manoel XVI, desaparecida desde a madrugada de sexta-feira (11), na costa de Rio Grande, no sul do Estado, foram retomadas na manhã deste sábado apesar do mau tempo. 

    A previsão inicial do Comando do 5º Distrito Naval da Marinha do Brasil, responsável pela operação, era de que os trabalhos fossem retomados ao nascer do sol, por volta das 7h, mas as condições meteorológicas na região atrasaram o cronograma da equipe. Desde a madrugada, chove no município, que sofre com fortes rajadas de vento e pouca visibilidade.

    De acordo com o chefe de operações do comando do 5º Distrito da Marinha, capitão de mar e guerra da Marinha, Glauco Calhau, um navio-patrulha nas imediações e uma viatura terrestre estão trabalhando do Cassino ao Farol de Sarita, com o apoio da Brigada Militar. Mais duas aeronaves estão prontas para decolar à espera de melhora no tempo. 

    — Seguimos buscas até encontrar algum indício do ocorrido. Nada foi encontrado ainda. Por ora, sem previsão de encerrar as buscas — afirmou Calhau.

    O Dom Manoel XV saiu junto com o Dom Manoel XVI do Farol da Solidão, em Mostardas, que voltou à costa sozinho. O mestre dessa embarcação, que tem quatro décadas de experiência, relatou que nunca tinha visto o mar da forma com que encontrou. Ele contou, ainda, que o barco sumiu em "questão de segundos" por volta de 3h de sexta-feira (11), quando estava a 15 quilômetros de Rio Grande. O Dom Manoel XV fez buscas, mas não localizou até o amanhecer e decidiu voltar, quando avisou a Marinha.

    Ainda conforme Calhau, todos os tripulantes seriam gaúchos que moram na Metade Sul. Trata-se de um navio pesqueiro, que vai costeando para encontrar a melhor condição para efetuar o trabalho. 

    O Comando do 5º Distrito Naval foi informado sobre a ocorrência por volta das 7h e iniciou os serviços de busca, que foram encerrados ao final do dia e retomados neste sábado.

    O Porto de Rio Grande está fechado desde o meio-dia de quinta-feira em razão do mau tempo. Na sexta, ondas de quatro metros e meio de altura foram registradas na área.

    O mar deverá seguir agitado no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina durante o fim de semana. O Serviço Meteorológico Marinho da Marinha do Brasil estendeu o aviso de ressaca para a área que abrange os litorais dos dois Estados até a manhã da segunda-feira (14). 

    Nesse período, ondas de até quatro metros de altura poderão ser registradas nas costas gaúcha e catarinense — a média ficará entre três metros e três metros e meio. A medição para atingir o nível de ressaca é de dois metros e meio, conforme a Marinha e a Somar Meteorologia.

    Zero Hora
     
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