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    - Atualizado em 19/05/2017 11h51

    Giane Guerra: Depois do pânico, manhã de ajustes na bolsa e no dólar

    Movimento totalmente contrário ao fechamento do mercado na quinta-feira.

    Foto: Giane Guerra

    Depois do tombo na Bolsa de Valores de São Paulo e disparada do dólar, o mercado financeiro passa por horas de ajustes. No exterior, as ações das empresas brasileiras já operavam com estabilidade na madrugada. A abertura da negociação futura e depois do pregão apontou para um ajuste, com alta do Ibovespa e queda do dólar. 

    - O movimento ontem foi exagerado demais. Muito emocional. Investidores agora estão olhando com mais calma e pensando mais racionalmente nas empresas. - diz o analista-chefe do Grupo L&S, Thiago Bisi. 

    Essa quinta-feira foi um dia histórico na Bovespa. Primeiro, porque o circuit break paralisou negociações logo na abertura do mercado. E depois, porque teve o maior volume negociado já registrado na bolsa de valores, alerta Alexandre Wolwacz, também do Grupo L&S.

    - Foram 16 bilhões 433 milhões 995 mil 776 reais, para ser bem exato. E a previsão estava parecida para esta sexta-feira.  

    Petrobras despencou e está com ações subindo nesta sexta-feira. Siderúrgicas e bancos também. Até mesmo a Cemig, que chegou a cair mais de 40%. 

    Operadores não acreditam, no entanto, que voltemos em breve para os patamares de antes de estourar a crise econômica.

    O Ibovespa está fechando a manhã com alta de cerca de 2,4%. O dólar comercial em R$ 3,30, com queda de cerca de 3%. Em casas de câmbio de Porto Alegre, a moeda é vendida por cerca de R$ 3,46. Já o euro, por R$ 3,87. 

    Veja entrevista completa com o analista Thiago Bisi durante a abertura do mercado:

     

     

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    Gaúcha
     
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