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    - Atualizado em 26/06/2017 7h45

    Giane Guerra: Venda de gás de cozinha é racionada e pode elevar preços

    Revendedores estão buscando gás no Paraná, o que deixa o frete mais caro.

    Foto: Raquel Heidrich /Agencia RBS

    Está ocorrendo um racionamento na venda de Gás Liquifeito de Petróleo, conhecido como gás de cozinha. O problema é registrado em várias regiões e chegou ao Rio Grande do Sul. 

    Há falta de GLP nas distribuidoras, o chega a provocar filas de caminhões. E ainda, quando abastecidos, os veículos estão recebendo cerca de metade do que foram buscar, informa o Sindicato dos Revendedores do Rio Grande do Sul. 

    A orientação das distribuidoras para os revendedores é atender preferencialmente o consumidor residencial e institucional, como escolas. Atacadistas, como postos de gasolina, ficam para depois na lista de clientes. 

    Outro impacto deve ocorrer no preço em breve. Parte do gás consumido no Rio Grande do Sul tem sido trazida do Paraná via rodoviária, o que encarece o frete. Tradicionalmente, o gás é pego na Refap, em Canoas. 

    O Singasul não recebeu posicionamento oficial sobre o motivo.

    - Falam em contaminação do gás em uma refinaria, mas há diversas versões. Entre elas, a dificuldade de acesso do navio a Canoas ou mesmo contenção da importação. Não há posição oficial da Petrobras. - diz o presidente do sindicato, Ronaldo Tonet. 

    Resposta da Petrobras:

    "A Petrobras informa que as entregas de GLP em Canoas estão normais e que está cumprindo a cota de entrega programada, para o mês, junto aos seus clientes.
    A informação sobre uma possível contaminação do produto na refinaria não procede."

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    Gaúcha
     
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