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    - Atualizado em 11/09/2015 11h55

    Preso suspeito de ser o principal traficante de Porto Alegre

    Índio foi preso na Av. Bento Gonçalves, após perseguição policial

    Julia Finamor

     

    julia.finamor@rdgaucha.com.br

    Felipe Daroit

     

    felipe.daroit@rdgaucha.com.br

    Cid Martins

     

    cid.martins@rdgaucha.com.br

    Joel seria responsável pelo comando do tráfico no Campo da Tuca e Vila Cachorro Sentado

    Foto: Ronaldo Bernardi /Agência RBS

    Após perseguição e troca de tiros na Avenida Bento Gonçalves, no Bairro Partenon, policiais do 19º Batalhão da Polícia Militar da Brigada Militar prenderam, na madrugada desta sexta-feira (11), o homem apontado pela polícia como suspeito de ser o principal traficante de drogas de Porto Alegre.

    Joel Lindomar Oliveira, 27 anos, conhecido como Índio, estava com uma pistola ponto 40. Ele não possuía mandados de prisão, mas tinha antecedentes por tráfico de drogas. Houve trocas de tiros com a Brigada Militar. O Samu precisou ser chamado, pois houve luta corporal com os policiais na hora do flagrante.

    Junto com Índio - que já havia sido preso em janeiro de 2013 -  estavam outros três homens.  Um deles, procurado pela polícia, identificado como Alexandro Guterrez Nascimento, 38 anos, estava com um revólver calibre 38.  A delegada lavrou o flagrante dos dois por porte ilegal de arma, resistência à prisão e ameaças aos policiais - fato ocorrido dentro da própria Área Judiciária do Palácio da Polícia. 

    Em janeiro de 2013, Índio foi preso pela 1ª Delegacia do Denarc, em Cidreira, por tráfico de drogas e associação ao tráfico, com agravante de ser próximo de escola. No entanto, ainda não houve julgamento sobre o caso e ele respondia em liberdade.

    O homem atuava na região do Campo da Tuca e é irmão do traficante Juraci Oliveira da Silva, o Jura, preso em 2010 no Paraguai. Jura está na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas, a Pasc, onde responde por tráfico e homicídio. Também é apontado como o responsável por intermediar a morte do ex-presidente do Cremers, Marco Antônio Becker, em dezembro de 2008

    A Brigada Militar e a Polícia Civil reforçaram policiamento em frente a Área Judiciária após as prisões. Os dois homens foram encaminhados ao presídio Central e a investigação ficou por conta da 11ª Delegacia de Polícia.

    Gaúcha
     
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