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    - Atualizado em 08/09/2015 17h01

    Sartori faz consulta sobre a Força Nacional, mas não pede ajuda

    Governador tratou do assunto em Brasília na semana passada

    Foto: Tadeu Vilani /Agencia RBS

    A secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, afirmou que em dois dias a Força Nacional de Segurança estaria no Rio Grande do Sul em caso de um pedido formal do governador. Em entrevista ao programa Gaúcha Repórter, nesta terça-feira (8), ela revelou que teve uma reunião informal com José Ivo Sartori na semana passada, em Brasília, e o tema foi tratado.

    Segundo ela, no entanto, Sartori teria dito que confiava nas forças de segurança gaúchas e que não haveria necessidade da ajuda federal. Ele também garantiu que o secretário estadual da Segurança, Wantuir Jacini, ficaria de fazer contato em caso de necessidade.

    Sartori diz que violência no RS é similar a de outros estados

    "Foi uma passagem do governador por Brasília. Estava tratando de outros assuntos e pediu uma palavra com o ministro da Justiça, que me chamou nesta reunião", revelou a secretária.

    Regina Miki disse ainda que a Secretaria Nacional vem acompanhando a questão envolvendo a segurança pública no RS. Ela reforçou, contudo, que não há como ajudar um Estado sem que haja o pedido formal.

    "Não podemos entrar num Estado se o pedido não vier do governador. Na realidade, seria uma intervenção", ressaltou.

    Regina explicou ainda que, após o pedido formal de um governador, é feito um trabalho junto ao setor de segurança do Estado para saber a real necessidade de efetivo - por exemplo, se precisa de polícia judiciária, polícia ostensiva, bombeiros ou perícia. 

    Secretário da Segurança descarta pedir ajuda da Força Nacional

    A Força Nacional de Segurança atua em 14 Estados, com efetivos maiores em Alagoas, Piauí e Mato Grosso do Sul, e é formada por policiais de todos as Unidades Federativas. Atualmente, são 13 mil agentes cadastrados.

    O estado onde a Força Nacional está há mais tempo é Alagoas, há mais de dois anos. Segundo Regina Miki, houve queda de 33% nos homicídios desde o início dos trabalhos neste local.

    A secretária Nacional de Segurança Pública também destacou que não há qualquer custo para o estado que pede ajuda da Força Nacional. Quem custeia o serviço é a União.

    Gaúcha
     
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